A Janela

A janela

 


Janelas são permissões,

Para se conhecer e enlouquecer,

Com sedução, erotismo e prazer,

Janelas são permissões,

Cortinas liberadas para os olhares,

Instigando instintos, procurando a paixão,

Janelas são permissões,

Para se conhecer e enlouquecer.

 

 

Cotidiano

 

Eu usava o subtópico “cotidiano”, no UOL, para explicar a inspiração do poema. Quando mudei para o wordpress, não achei necessário continuar com ele, mas mudei de ideia e o trouxe de volta. Esse triolé (oito versos na sequência A-B-C-A-D-E-A-B) nos fala de uma experiência muito legal que tive. Em Brasília, alguns templos religiosos ficam em entrequadras e perto de prédios residenciais.  Enquanto levava minha mãe para um destes templos (não direi qual, embora algumas pessoas do facebook já saibam do que se trata), eu ficava conversando com um amigo meu que cuida do templo. Ele me mostrou, à noite, algo incrível. Em um dos apartamentos, de um destes prédios colados ao templo (segundo andar), tem uma mulher que se veste sem fechar as cortinas ou a janela. Expondo todos os seus dotes (e belíssimos dotes), essa mulher nos apresentava um show muito interessante. Daí surgiu este triolé!

 

Comentários

  1. Que atrevimento! Acho que você está andando demais com o Kakashi-sensei de "Naruto"!
    Mas o triolé ficou bem bonito. Fato...
    ...
    Até!

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  2. Olá! Eu me senti o próprio Jirayia- o sábio tarado! Desculpe! Desculpe! ^ ^" Mas que bom que a poesia ficou boa! :)

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  3. [...] obsceno possível, tornando-o o mais sensual possível. Possui um esquema do triolé, como em “A Janela”. A paixão a dois é difícil de descrever de forma sensual. Muitos escritores possuem essa [...]

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